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João em sequência...

Escrito por Cesar Marques às 17h21
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Escrito por Cesar Marques às 17h16
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Escrito por Cesar Marques às 17h15
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Escrito por Cesar Marques às 17h13
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Escrito por Cesar Marques às 17h11
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Fim de Tarde em Familia

Escrito por Cesar Marques às 17h02
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Escrito por Cesar Marques às 17h01
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Escrito por Cesar Marques às 17h00
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Se tem coisa melhor que isso, alguém me diga por favor...

Escrito por Cesar Marques às 16h07
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Os prós e contras de morar em frente ao mar:
O lado bom: - O visu é demais. - Você sempre sabe as condições do mar. Basta dar uma olhada pela janela. - Atravessando a rua você já tá no pico.
O lado ruim: - A maresia carcome tudo, DVD player, TV, computador e a conta corrente pra repor tudo isso. - Você vira surf repórter, e todos seus amigos ligam - às vezes, às seis da matina - pra saber as condições do mar. - Como você trabalha muito pra continuar a morar num lugar tão caro e só pode surfar nos finais de semana, além de enfrentar o crowd, ainda é tratado como haole
Escrito por Cesar Marques às 15h58
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ODISSÉIA CINEMATOGRÁFICA
Por: Ricardo Bocão Publicado em: 03/2005
Já estava meio de saco cheio com aqueles quase três meses de produção das filmagens havaianas do primeiro longa-metragem de surf brasileiro a ganhar as salas de cinema no final da década de 70.
Tomar conta e coordenar dois cinegrafistas com uns cinco brasileiros todos os dias, tentando ser discreto no North Shore, começou a ficar estressante depois de um mês. No começo, o objetivo de fazer parte do filme surfando altas ondas era a única coisa que importava para todos. Depois de um mês, a convivência quase diária com pessoas bem diferentes entre si começou a cobrar a fatura, e o preço foi ficando um pouco mais alto. Só não tinha idéia de que isso levaria ao pior acidente que tive dentro d'água nesses mais de 35 anos de surf…
O primeiro Circuito Mundial de Surf foi em 1976. Nesse ano, em agosto, foi realizado também o primeiro Waymea 5000, etapa brasileira do Circuito que reuniu nas esquerdas do Arpoador (RJ), vários ícones do surf mundial como Shaun Tomson, Reno Abellira e Dane Kealoha, com os melhores brasileiros da época como Pepê Lopes, Daniel Friedmann e Cauli Rodrigues.
Esse campeonato foi clássico sobre todos os aspectos - sol, boas ondas no pontão, ótimas condições, um público enorme e mais de 80 competidores. Cenário perfeito para duas grandes câmeras de cinema, com filme 35 mm mesmo, que o produtor Lívio Bruni Jr. colocou na praia.
Dois meses depois, o pessoal da revista Brasil Surf e os principais surfistas cariocas da época foram ver o material bruto numa das melhores salas de cinema da cidade, o Bruni Ipanema. Sentei na fileira onde estava o Lívio e quando as luzes se acenderam, ele perguntou se eu havia gostado e se aquilo não daria um filme. Ele já tinha até um nome - "Brasil no Surf". Eu respondi que o material estava alucinante, mas ponderei que um assunto só (o campeonato) não seguraria um longa metragem e deixaria o filme maçante. E que um filme de surf tinha que ter o Hawaii.
Era outubro, a temporada das ondas grandes começava e eu estava de partida. Disse a ele que conhecia um ou dois cinegrafistas e um mês depois Otávio Pacheco chegou lá com uma caixa cheia de rolos 16 mm.
Contratei o Curt Mastalka para fora d'água e o Bill Eicholz para dentro d'água. Filmaríamos o campeonato de Sunset e o Pipeline Masters, que naquele ano teria apenas 18 participantes e um único brasileiro convidado - Pepê Lopes, por ter ganho o Waymea 5000 em cima do americano Jeff Crawford.
Além dos campeonatos, todos os dias bem cedo, eu, Betão, Pepê, Daniel Friedmann, Otávio e Rico olhávamos o mar e se estivesse bom, ligávamos para os cinegrafistas. Aí começava a função e alguns estresses: apenas um carro velho, sem os documentos, muitas pranchas, umas três a quatro paradas em casas diferentes e quando finalmente estavam todos juntos, um queria ir para Sunset, outro para Velzyland, Pipeline, Jocko's… Eu tinha a responsabilidade de aproveitar bem cada rolinho de filme, tentar circular de maneira discreta no North Shore com uma galera cheia de parafernália, mas quando dois ou três começaram a discutir para ver quem iria sentar na janela do carro, eu vi que estava na hora de acabar com as filmagens.
Eu pensei: "Já estou nessa função há quase três meses e não ganhei nada por esse trabalho. Me comprometi na empolgação do momento e agora vou até o fim, mas quando acabar o último rolo, vou me mandar para as outras ilhas do arquipélago sozinho, sem falar nada para ninguém".
Quis o destino e uma loirinha maravilhosa, que eu encontrei lendo um livro na areia em Backyards, que eu não fosse sozinho e começasse a minha escapada pela ilha de Maui. Ela morava lá com três amigas num condomínio pertinho de Honolua Bay chamado Napali Sands. Cheguei com o status de amigo-futuro-caso-namorado, mas corri atrás de ser aceito logo, sendo prestativo com as meninas e com a rotina delas no apartamento.
Assim como no North Shore de Oahu, até o final da década de 70, as estradas em Maui eram vazias, com poucos carros. De Napali para Honolua era mais deserto ainda, pois a estrada que circunda a ilha pelo lado oeste em direção ao Norte acabava uns dois a três quilômetros depois da baía de Honolua.
Eu acordava cedo e ia todo dia caminhando em direção a Honolua pela estrada vazia com a minha prancha de ondas pequenas da época. Eu tinha levado na bagagem apenas duas pranchas, mas elas eram mágicas. As duas eram single fin. Uma 6'5" squash laranja do Tom Parrish e uma 7'10" round pin branca do Ricardo "Vanderbill" Wendhausen.
Honolua Bay tem uma das melhores e mais bonitas ondas do mundo. Isso quase todo mundo sabe. O que muita gente não sabe é que quebra também pequeno e perfeito. Todos que sonham surfar Honolua esperam o mar ficar enorme em Oahu, no mínimo com Sunset quase fechando o canal e Waimea começando a quebrar, para pegar um avião para Maui. A diferença de tamanho é absurda mesmo, pois Lanai e Molokai bloqueiam as ondulações de oeste e de noroeste, para onde a baía está virada. Já com Sunset entre 10 e12 pés, ninguém pega um avião para ir a Maui, mas quem está morando lá, faz a festa com uma das ondas mais perfeitas de 3 a 4 pés em que você já colocou os seus olhos.
Logo ao lado, uns dois quilômetros depois, quase no final da estrada, ainda tinha uma segunda e última opção das redondezas. Era um pico pouco conhecido chamado Windmills. A esquerda era até meio famosa entre os mais antenados em picos discretos, mas a direita do outro lado do canal, mesmo sendo meio nervosa, ficava boa várias vezes para quem se dispunha a checar o pico com uma certa insistência.
Maui era maravilhoso, mas depois de olhar para a 7'10" por mais de uma mês, parada, com uma enorme teia de aranha entre o bico e a parede, na varanda do apartamento das meninas, resolvi pegar o avião para a ilha de Kauai. A viagem para Kauai e o acidente que quase levou a minha cabeça ficam para a próxima edição.
Ah, o filme acabou sendo lançado em 1978 com outro nome - "Nas Ondas do Surf"! É um clássico. Vale a pena procurar nas locadoras alternativas.
Escrito por Cesar Marques às 15h46
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UM É POUCO, DOIS É PERFEITO, TRÊS É O MAIOR CROWD
E nesse quesito estamos mal. Brasileiros, assim como os japoneses, são conhecidos no mundo inteiro por andar em bando.
Por: Fred d' Orey Publicado em: 03/2004 Conheça o trabalho do Fred: http://www.totempraia.com.br
Li não sei onde a seguinte inscrição: "O mundo é como um livro. Aquele que não sai de casa lê apenas uma página". Não foi escrita pensando em nós, surfistas, mas poderia, pois desde que o mundo é mundo que os surfistas sonham em viajar. Na ânsia de surfar ondas melhores que as nossas, nos lançamos na estrada. Pode ser uma estrada esburacada ou uma freeway de asfalto lisinho, mas de uma forma ou de outra voltamos pra casa pessoas mais ricas e interessantes.
Mas não basta só ir. Tem que saber como chegar. Bruce Brown deu a dica, em 63, no filme "Endless Summer", ao seguir com sua câmera a dupla Robert August e Mike Hynson mundo afora. Os lendários Kevin Naughton e Craig Peterson, que desbravaram altas ondas no início da década de 70, escrevendo maravilhosos artigos pra Surfer, também. A equação da surf trip ideal é simples: um é pouco, dois é perfeito, três é o maior crowd. E nesse quesito estamos mal. Brasileiros, assim como os japoneses, são conhecidos no mundo inteiro por andar em bando. E nada irrita mais os locais de qualquer pico do que ver um carro lotado de gente, com não sei quantas pranchas no rack, falando alto, numa língua estranha.
Você é o crowd. Você faz parte daquela turma que ninguém quer ver chegar. Os sorrisos não serão pra você. Nada de apertos de mão e troca de amabilidades. Informações sobre outras ondas, nem pensar. Resumindo, você não é bem vindo porque você é um monte de gente.
Pena, pois uma das partes mais legais de uma trip é a troca de idéias entre visitante e visitado. Aprender com a população local um pouco da língua, entender o porquê de suas vidas serem assim tão diferentes da nossa, perguntar sobre a história do país. Mas quando se anda em bando é como se um campo de força separasse você do mundo ali fora. O que acontece na estrada passa a ser secundário pro que rola entre a turba. Em 89, quando participei de uma expedição na Indonésia patrocinada pelo Tico, um dos pioneiros de Bali e excelente tube rider das bancadas de coral, surfamos em Grajagan, Ombak Tujuh, Panaitan e Nusa Lebongan. Foi uma coisa meio doida, que durou 40 dias. Nós éramos 13 cabeças, divididos em três carros. Onde quer que chegássemos, nós éramos o crowd. E mesmo em picos absolutamente desertos como Ombak e Panaitan o bicho pegava dentro d'água na disputa das ondas. Fomos incapazes de organizar uma simples fila pra que todos pudessem pegar sua onda sem estresse. Essa miopia tão brazuca me tirou um pouco do tesão da trip, mas também me ensinou a não repetir essa loucura nunca mais. Expedição? Tô fora.
Já em dois fica tudo mais fluido. As funções (e elas são muitas: agitar lugar pra dormir, prender e soltar as pranchas no rack, se localizar no mapa, dirigir o carro, pedir informação, filmar, etc.) da trip são divididas e executadas com mais harmonia. Os locais o acolhem melhor e a interação é possível. Tanto entre nós e os locais quanto entre a própria dupla. Um bota pilha no outro, estimula. Segredos são trocados e a amizade cresce na estrada. E se rolar uma roubada, o parceiro dá aquela força. Sem falar na agilidade de tomada de decisões e partida pro destino final: o melhor surf possível, esteja ele onde estiver. Não acredito em trips com quatro ou cinco. Se for pra andar em grupo prefiro logo uma excursão pra Disney. |
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Escrito por Cesar Marques às 15h29
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Marquinhos

Marcelinha

João Luccas
Escrito por Cesar Marques às 15h24
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O REI DA PRAIA

Escrito por Cesar Marques às 00h21
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Feriado na praia

Escrito por Cesar Marques às 00h17
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