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Amanhã no SBT as 00:00h, Mônica Waldvogel entrevista o grande João "Burro"Gordo e o assunto que vai estar em pauta será o consumo de drogas. Segundo João Gordo, que foi para a UTI duas vezes com overdose, o único vício que ele tem na vida hoje é a sua filhinha. Embora considerado traidor do movimento punk, o gordo tornou-se uma figura polêmica com o seu programa de entrevistas na MTV. Vale a pena conferir, mesmo que o gordo não tenha muitas coisas a acrescentar para a ciência sobre o assunto em questão, vale a pena assistir pelas histórias bizarras que ele provavelmente ele vai contar quando era torneiro mecânico e vivia no suburbio. O João Gordo vai ensinar para todos os jovens tudo que não se deve fazer para entrar no mundo das drogas.
Assistam e depois vamos comentar a respeito.
Escrito por Cesar Marques às 15h12
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MARCELINHA !!!
ALGUÉM TÊM DÚVIDAS SOBRE QUEM ELA É?



Escrito por Cesar Marques às 09h21
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TRABALHO INFANTIL

Estou pensando seriamente em colocar as"crianças" aqui de casa para fazer esse curso intensivo... Quem sabe assim no final do mês, ainda sobram alguns trocados?
Escrito por Cesar Marques às 08h58
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Algumas aplicações do "F" no dicionário:
"F"
Foda: 1. Qualificação indicativa de dificuldade ("Aquela parada é foda!"). 2 Qualificação positiva indicando algo muito bom ("Aquela parada é foda!"). 3. Qualificação que indica algo impressionante ("Aquela parada é foda!").
Fura-olho: Fala-se do indivíduo que incapaz de conseguir realizar o coito vive de impedir o sucesso alheio. Ver filhodaputa.
Escrito por Cesar Marques às 08h46
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Beijo Roubado.
Dois corpos que se beijam
Entrelaçam os desejos
Se amarram em um só nó
Do toque na boca,
Beijo no rosto
Aperto no coração.
Só a saudade sabe o segredo
Desse beijo roubado.
A sabedoria venceu o desejo
De olhos fechados
Na palma da mão aberta
Quando se quer explicar
Não é tão fácil assim.
O desejo ficou para depois
O beijo foi roubado
Escondido no firmamento
Guardado no esquecimento
Perfume Indiano
Calor Havaiano
Misturado ao velho
E bom humor baiano
Sem cabimento
Fora do orçamento
Amor
Paixão
Esqueça...
Vai sobrar apenas aquele beijo
Que de ti roubei
E vou logo te avisando
Não devolverei.
Escrito por Cesar Marques às 08h10
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Dona Heloina e meu caçulinha....João !
Na janela do quintal, junto do quarto de dormir...
Quem têm uma família dessas, não precisa de mais nada.
Escrito por Cesar Marques às 12h20
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Hoje fui a uma borracharia trocar os pneus do meu carro. O dono do estabelecimento era um sergipano com o nome de Zé. Seu Zé é um homem comum, ou melhor; um sergipano comum. Cara de sergipano, cabeça meio chata, mas uma pessoa muito gente fina.
Me contou um pouco da sua história. Sua chegada na Bahia, a luta para criar a familia e a importância dos estudos, mesmo sendo um semi-analfabeto. Sua única filha de 17 anos estuda na Escola Militar da Bahia e em breve vai fazer o vestibular para se tornar uma oficial da polícia.
"Meu jovem, a educação nesse país é que leva a maioria do dinheiro dos pais de família. Estudo é tudo. Veja o meu caso, sergipano, borracheiro e sem estudo. Mas uma coisa eu tenho; sou um homem honesto, trabalho dia a dia nessa profissão, ganho R$ 3,00 por cada pneu concertado. Não quero nada de ninguém, a única coisa que eu desejo é poder sustentar minha familia, dar educação para minha filha. Não quero que ela vá trabalhar de doméstica na casa de ninguém, nem quero que ela fique grávida cedo como a maioria das suas coleguinhas. Está vendo esse suor no meu rosto? Esse é o suor de um homem de bem, trabalhador e honesto. O único desejo que tenho é que minha filha seja feliz, seja alguém", disse seu Zé.
Enquanto o suor escorria pela ponta do nariz de seu Zé, eu continuava observando o esforço braçal daquele homem de mais ou menos uns 45 anos, que olhava para sua filha parada em pé na "porta" da sua borracharia. Fardada, ela também observava o seu Zé. Admiração...era essa a mensagem que aquela menina fardada, exalava. Ela admirava o esforço do seu pai. Ele, que de pneu em pneu, estava realizando um sonho. Um sonho que não era só da menina fardada, era um sonho do seu Zé.
"Estudo. Sem cultura o homem hoje não é nada meu jovem", continuou falando seu Zé.
Os pneus do meu carro ficaram prontos, o borracheiro sergipano, pai de uma futura oficial da Polícia MIlitar, acabava de apertar o último parafuso da roda. E ainda martelava (junto com as batidas do martelo do seu Zé)na minha cabeça, as palavras do borracheiro Zé. "Educação é tudo"!
Cheguei em casa, coloquei meu filho Marcos no meu colo e falei com um tom severo de pai: " Meu filho educação é tudo" .
Valeu seu Zé!
Escrito por Cesar Marques às 22h24
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O tempo passa,
agente muda mas a essência continua a mesma.
O amor que levamos no peito se transforma e se multiplica.
Hoje acredito cada vez mais na familia e a minha esperançade um dia melhor:
está aqui...

Escrito por Cesar Marques às 09h05
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Música de qualidade...
Essa baianinha tá dando muito o que falar. Se partimos do princípio que baiano não nasce, baiano estréia. Ela é a prova de que nem só de descerebrados e de "podres poderes", vive a música da bahia.
Quem ainda não teve a oportunidade de escutar essa porrada...comece por Equalize.
Escrito por Cesar Marques às 16h39
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Escrito por Cesar Marques às 16h35
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Ensaio : " Abusado, O dono do Morro Dona Marta, Caco Barcellos".
O termo abusado, segundo o dicionário Aurélio, quer dizer aquele que abusa. Segundo a definição do Morro de Dona Marta, no Rio de Janeiro, é o moleque que tem atitude e liderança na bandidagem. Talvez tenha sido essa a inspiração do tão conhecido jornalista Caco Barcellos. Os meninos "abusados" do Rio de Janeiro, que controlam a cidade de cima dos morros, imprimindo um ritmo de terror e violência. "O falso poder" ou poder paralelo que desafia a estrutura de falsa segurança do governo, o bom senso dos cidadãos de bem, que ainda permanecem vítimas de uma guerra insólita e cruel. Essa batalha de meninos abusados, vem diariamente mostrando ao mundo o lado verdadeiro do narcotráfico, a crueldade e falta de limites dos donos dos morros cariocas.
A violência e a luta pelo poder paralelo é retratado perfeitamente na obra literária de Barcellos. Abusado mostra um mundo tão próximo e tão distante. A difícil compreensão de uma sociedade entorpecida pela violência que tira centenas de moradores "de bem" de suas casas, que fogem do risco de uma morte violenta, causada por uma bala perdida, pela vontade torpe do chefe do tráfico ou até mesmo pela ação desordenada e sem comando da polícia militar do Rio de janeiro.
A violência travada dia-a-dia pelos traficantes é noticiada em tempo real pelas equipes de reportagem das televisões brasileiras. Passivamente assistimos a tudo isso sentados em nossas poltronas, nas salas de estar das nossas casas. Achamos isso tudo tão distante como uma obra literária, investigativa e que possui depoimentos reais de um dos mais famosos lideres do crime, no comando do tráfico de drogas do Rio de Janeiro. Marcinho VP, como ficou conhecido o personagem principal do livro de Caco Barcellos.
A história desse jovem marginal, que teve uma infância igual a de milhares de brasileiros que estão esquecidos pelo estado, marginalizados pela sociedade e vitimas de um consumismo desleal, que invade a vida de centenas de pessoas, sem pedir licença, arrobam a vida de pobres miseráveis que são amaldiçoados pela ânsia capitalista. Mas a realidade que lhes é apresentada pela vida, é muito diferente do enredos dos comerciais de carros importados, de tênis de estrelas, de casas em condomínios fechados, ou da loira que rebola ao ritmo de um funk poíbido.
Marcinho VP, foi mais um protagonista falido dessa história da vida real. Inspiração de milhares de meninos abusados, que encontraram na marginalidade, violência e falsa sensação de poder, a única e inequívoca maneira de driblar os subempregos, os salários mínimos e a fome. Exilados nos morros, construíram uma sociedade paralela. As leis são os códigos de "honra" da bandidagem. O status é o fuzil "AR" nas mãos e as iniciais do CV (Comando Vermelho), tatuada no braço. O medo que impõe por intermédio da violência é a única certeza de permanecerem donos do morro.
O asfalto citado no livro de Caco Barcellos, somos todos nós; a sociedade civil. Estamos presos em nossas casas, atrás das grades que construímos para que fiquemos protegidos dos ladrões, mas na verdade vivemos nas solitárias sociais. Continuamos dia após dia, com a sensação de poder. Podemos manter nossos filhos na escola, viajar de férias no fim de ano, trocar de carro financiado, mas não percebemos que nada disso nos pertence de fato. Todos esses bens estão sob nossa posse, até que os meninos desçam os morros invadam o asfalto, e façam um arrastão, tomando tudo aquilo que a televisão, a mídia, mostrou que também é deles.
Abusado é um tapa na cara da sociedade e um soco na boca do estômago, do governo do nosso país. Marcinho VP, personagem central da reportagem de Barcellos, morreu dias depois de ser preso, e do lançamento do livro reportagem que contava a sua vida. Mas ele foi apenas mais uma baixa nessa guerra pelo poder. Outros meninos abusados estão crescendo nos morros cariocas. O Terceiro Comando, o Comando Vermelho, os assassinos de jornalistas vão continuar existindo. As crianças vão continuar morrendo a caminho de suas casas, dentro do metrô, nos pátios das escolas, das faculdades, e todos nós, a sociedade, vamos continuar assistindo pelas telas das televisões de nossas casas.
Não adianta mas fazer passeatas pela paz, destruir armas em praça pública, eleger ONG´s como solução para um problema que invadiu a sociedade brasileira, da mesma forma que os barracos invadiram as encostas cariocas, sob o olhar do governo institucional, ou sob a benção do Cristo redentor que permanece de braços abertos, imóvel, assitindo o homem destruir o que Ele construiu. O Rio de Janeiro talvez nunca mais volte a ser a "cidade maravilhosa". Por enquanto continua sendo a cidade do tráfico de drogas, dos Fernandinhos Beira-Mar, e dos meninos Abusados, que estão vindo por ai.
Escrito por Cesar Marques às 21h25
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Estava no carro vindo da faculdade, de repente Cássia Eller começa a cantar “No recreio” e imediatamente me recordo quando escutei pela primeira vez aquela voz rouca e rasgada. Cássia tinha aquela aquele visual rockn´roll, extravagância e deboche faziam parte da vida de uma mulher que representava a irreverência, mas que escondia sua timidez nos cabelos verdes estilo moicano.
E é assim que me lembro de Cássia; como a última dos moicanos. De todas ás vezes que escutei Cássia Eller, eu nunca poderia prever o desfecho dessa história de correria e de muita luta para realizar um sonho. Em uma manhã de um dia qualquer ( sinceramente, não me lembro o dia da semana, nem a data exata) quando cheguei para trabalhar no aeroporto de Salvador. Na época eu era gerente de uma companhia aérea. Lembro muito bem que estava cansado. Era alta estação e o movimento de turistas na cidade era insuportável, vários passageiros estressados, muitos problemas para resolver e eu não tinha tomado café da manhã. Desci até a sala de embarque e encontrei no canto sentada com um cabelo verde moicano, de short estilo surfista e uma camisa de mangas cortadas (amassada e com cara de “suja”), Cássia Eller. Ela estava passiva, esperando o chamado do seu vôo, super atrasado.
Nos mais de dez anos que eu trabalhei em companhias aéreas eu nunca fui tiete de “porra nenhuma”, nem de ninguém. Mas Cássia Eller sentada sozinha, era um convite para tentar chegar perto e tirar a dúvida; se ela iria me mandar para porra ou soltar um puta que pariu. Não tive nenhuma dúvida; peguei a reta, cheguei na frente daquela figura que parecia somente querer ficar sozinha e falei: “seu show ontem foi do caralho...” Surpresa! Ela mandou um sorriso tímido e falou apenas um:
-Muito obrigado!
Pronto, dali em diante fiquei de “cara”, nasceu uma empatia e começamos a conversar sobre um show que eu não tinha ido. Mas fiz questão que ela acreditasse que eu estive lá. Aquela mulher simples e cansada que estava na minha frente, foi extremamente gentil, simpática e fez questão de conversar com um fã, contando detalhes sobre o seu primeiro show no Festival de Verão de Salvador. Embora a sala de embarque estivesse vazia, sentei no chão em frente a Cássia. Lembro muito bem, ela estava calçada com um tênis surrado amarelo e sem meias. Ela deu uma risada e continuou a conversar, perguntava que tipo de som eu gostava. Perguntou amenidades sobre a cidade ,perguntou se eu conhecia o Rio de Janeiro, falou coisas sobre seus amigos que moravam em Salvador e que adorava tocar aqui.
Comentei com ela o lance que tinha saído nos jornais sobre a atitude de tirar a camisa e mostrar os seios. Ela deu risada e disse que aquilo era loucura. Perguntei se ela faria novamente. Ela balançou a cabeça e deu risada. Eu estava me sentindo meio babaca, sentado ali no chão de frente para uma pessoa que eu não tinha nenhuma intimidade, mas que tinha me recebido como se fossemos velhos amigos, de uma forma que eu não esperava.
O vôo chegou, Cássia pegou sua mochila, mandou um aperto de mão, um valeu e se dirigiu para o ônibus para efetuar o embarque. Eu me despedi e fiquei admirado com aquela mulher andrógina.
Alguns anos se passaram e eu não esqueci a figura roqueira que eu tinha conhecido e que ainda não fazia tanto sucesso e não era fenômeno de vendas de discos.
Meu aniversário é no dia 11 de dezembro, lembro muito bem quando escutei na televisão que Cássia tinha morrido em um hospital no Rio de Janeiro. Ela tinha sofrido uma parada cardíaca. Fiquei chocado com o desfecho de uma carreira que tinha chegado ao topo.
É assim que eu me sinto toda vez que escuto Cássia Eller no rádio, na televisão ou em qualquer outta ocasião que me faça recordar dessa figura tímida e cheia de vida, que foi embora antes da hora. Pegou o trem errado.
“Socorro não estou sentindo nada,
Socorro alguém me dê um coração
Que esse já não bate e nem apanha.”.
Cássia Eller.

Escrito por Cesar Marques às 21h16
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Uma resposta para você.
" Onde você estava eu não sei,
Nas esquinas da vida eu te perdi,
Na cama vazia eu te encontrei,
No barulho do silêncio eu quis te ouvir,
Na angústia dessa despedida eu te esqueci,
No prazer do teu beijo eu me lembrei...
Que ainda temos muito para esconder,
Alguns lugares para visitar,
muitos poemas para escrever,
tanto ainda por fazer...
As rimas estão perdidas,
As palavras são esquecidas
Na gaveta uma despedida,
falada em prosas e versos,
Anexos,
Escritos na frente e no verso...
A tolerência é passageira,
O sono é bem vindo,
A cama vazia,
A noite, fria.
E a felicidade permanece quieta;
Sozinha.
Escrito por Cesar Marques às 21h13
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Maria (César M.)
Morna a carne morena.
Serena
Deitada na cama,
Rasga no desejo a veste
Curvas imaginárias.
nunca tocadas.
Amadas.
Pulsando a respiração.
Esbraveja.
A espera de alguém,
Não chega.
A beleza se esvazia,
Se perde na noite fria.
Naquela cama .
vazia
Se perdeu a menina
Morena.
Maria
Escrito por Cesar Marques às 21h11
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Para você Goiaba...feliz aniversário!
Lágrimas (Adriano M)
Ouvi
Inconscientemente.
Não podia dormir.
Essa triste lágrima escorria novamente.
A vida, ensina.
Titubeiam os versos.
O adverso.
É a retórica não lida.
As vezes me chamam de solitário.
Não sei responder certamente
Ainda não sei quem sou.
Ora, a solidão é o meu salário.
Desculpe! Não ouvi
Quando dizia que me ama.
Eu dormi.
Me perdi no infinito
Nossa cama.
A vela apagou.
A música parou.
Essa viagem acabou.
Só ficaram .
Lágrimas
Escrito por Cesar Marques às 21h00
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Engraçado à proporção que as coisas tomam, quando cutucamos onça com "vara" curta. A intenção de escrever em um blog, não é a pretensão de ser aceito, unânime, ou na melhor das hipóteses não ser criticado. Ainda bem que nunca tive nenhuma expectativa sobre quem seriam os leitores do meu blog.
Estava lendo os comentários que alguns dos leitores deixaram na caixa de mensagem. Como estamos em uma democracia, tenho o direito de esclarecer alguns pontos, que não ficaram bem esclarecidos.
Sr. Roberto Faria, tenho a impressão que o senhor é uma das viúvas do Diogo Mainardi. Entendo que você não goste da crônica que escrevi, mas gosto é que nem cabelo, cada um tem o seu. Falar da qualidade literária do que Mainardi escreve, é a mesma coisa que tentar enxugar um bloco de gelo. Gosto tanto do que ele escreve, que toda semana quando abro a revista, a primeira coisa que procuro é a sua coluna. O que me irrita profundamente, é a forma como ele critica o país em que eu vivo, o presidente que foi eleito pela maioria da população, e das nossas "bananas". Sou preconceituoso sim; principalmente com pessoas do "peso" do Sr. Diogo Mainardi. Consciência critica é uma qualidade que adquirimos com o tempo, pode até ser que não tenha ainda alcançado o estágio que você se encontra (ainda bem, pois achar coerente e de bom tom as sandices desse mauricinho, que vive na Itália e manda suas observações pelo viés que bem lhe convém).
Seus conselhos foram anotados, mas gostaria, que você continuasse lendo as colunas do Diogo Mainardi e acreditando nos argumentos que ele usa para rebaixar, humilhar, desrespeitar, todas as pessoas que ousam questionar as suas criticas. Isso que deve ser, consciência critica.
Mas felizmente, continuo detestando Mainardi da mesma forma, sendo preconceituoso com o que ele escreve, e tendo todo o direito de escrever tudo que bem entender, da mesma maneira que você terá o prazer de ler tudo que eu escrever.
Para os demais "colegas" que continuam se escondendo no anonimato de uma bandeira velha e passada, não poderia esperar outro tipo de comentários, vindo de vocês. Como sempre, vazios e de pouca "credibilidade". Tenho certeza que o futuro será bem interessante, pois de acordo com suas previsões, em bem pouco tempo o mundo será outro, bem melhor, já que vocês estão no poder. E quanto ao pelego, muito obrigado. O importante é falar, mesmo que vocês falem mal, o que importa é ser lembrado. Muito obrigado.
E como um ídolo de vocês, eu me despeço com um sonoro murro na mesa e um cartão vermelho.
Escrito por Cesar Marques às 20h59
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Hoje o dia começou bacana, vários pensamentos borbulharam em minha cabeça. Isso é um bom começo. Sinal que ainda estou vivo. Abri uma revista de grande circulação na Terra brasilis e li um artigo de um cidadão que eu não vou atribuir nenhum adjetivo, para não ser injusto com a classe dos adjetivos. Diogo Mainardi... um dia queria ter o prazer de te entrevistar e ter a certeza que você é tudo o que realmente eu penso . Irresponsável no mínimo. Escroto (com o perdão da palavra para os mais sensíveis), com toda certeza. Comecei a minha peregrinação tentando ligar para a sua acessoria de imprensa, mas o Diabo estava de folga. Não desisti, e liguei para a sua secretária, em vão: ela tinha saído com Paulo Maluf. Não satisfeito tentei falar diretamente com o editor da revista: "olha" ele também não pode me atender porque estava muito ocupado com a pauta da próxima edição de mediocridades. Finalmente Diogo, tentei ligar para você pessoalmente, mas você estava escrevendo a sua próxima crônica: se é que podemos chamar aquele lixo que você escreve de crônica. O Brasil é um país muito rico, emergente e que procura de todas as formas sair do buraco que foi colocado desde o começo da sua colonização. Para quem não sabe o grande Pero Vaz de Caminha quando escreveu ao rei informando a descoberta e tomando posse do Brasil, já foi pedindo um emprego pro seu primo que estava fudido em Portugal. Isso virou moda e acabamos nessa merda de cabide de empregos que é o nosso país. Mas nem por isso Mainardi: pessoas sem critérios, ou com critérios definidos pelo senso de oportunismo ou pela mediocridade, tem o direito de escrever o que bem quiser sobre o nosso país ou sobre o nosso presidente. Será que você seria realmente tão bom, ou melhor que Lula? Será que você com todo seu bom senso e conhecimento, não entregaria o país para os "gringos" que você defende tanto em suas colunas? Relamente Mainardi, eu gostaria muito de te entrevistar. Como estudante de jornalismo seria um grande exercício, para aprender como lidar com entrevistados do seu peso. Adquirir o jogo de cintura que nenhuma aula de psicologia do professor Zé Carlos seriam capazes de resolver. Espero que na sua próxima coluna, o seu "senso critico" não mude, porque assim sempre poderei estar aprendendo o que um jornalista não deve ser, escrever ou fazer. Ler seus artigos é um exercício completo de como devemos exercitar a ética. Coisa que você ainda não aprendeu. Vou continuar mexendo os pauzinhos com as pessoas de sua relação pra ver se consigo marcar a nossa entrevista. A esperança embora não tenha ainda vencido o medo, é a última que morre.
Escrito por Cesar Marques às 20h58
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Politicamente Incorreto.
Outro dia escrevi uma crônica onde eu expressava todo o meu desprezo pelas pessoas que se intitulam politicamente corretas. Geralmente são pessoas chatas, que não tem muita coisa para dizer, e quando dizem, cuidado, porque é uma catarse de bobagens. Estão sempre escondidas atrás de regras, feitas na maioria das vezes, por elas mesmas. È estranho quando você abre sua caixa de e-mail, e tem o prazer de ler algumas insanidades escritas por uma dessas pessoas.
Um “colega” de curso mandou um protesto, intitulado de réplica para o observatório de imprensa. Até ai muito bem, todo mundo tem o direito de protestar. O que me irritou e deixou uma impressão politicamente correta, foi quando ele se referiu a um personagem indireto de toda essa odisséia, como sendo um afro-descendente. Vivemos na Bahia, terra mais mestiça do mundo, e chamar um negro de afro-descendente, além ser ridículo, é politicamente correto. Será que para sermos mais babacas do que parecemos também precisamos ser politicamente corretos?
Todos que me conhecem, sabem que o tom ácido que toma conta da pena quando escrevo, é uma das minhas principais características, mais não consigo deixar que essa babaquices passem impunes. Criticas são bem vindas, basta saber como meter o pau nas pessoas erradas, nas horas certas. Sou um leitor assíduo de Diogo Mainardi, colunista de uma conceituada revista semanal brasileira. Tenho todo o direito de criticar suas crônicas, já que elas quando são publicadas, tornam-se de propriedade comum dos leitores, de domínio público. Adoro quando ele escreve falando mal do Brasil, porque ai consigo ratificar todo o direcionamento nacionalista do que ele escreve. Como um morador dos Alpes Suíços, ou dos Castelos da realeza inglesa, ou vizinho dos decadentes yuppies novaiorquinos, Mainardi é um grande escritor de criticas ao governo brasileiro e ao presidente Lula do PT. Mas com toda certeza, ele não é politicamente correto, escreve o que quer, doa a quem doer. Mesmo que eu não concorde com as bobagens que ele escreve, “tiro o chapéu” para ele nesse quesito. Mesmo que ele sempre tire zero, no quesito harmonia e enredo. Mesmo assim continuo detestando você Mainardi.
Saber costurar as palavras é muito mais difícil, do que achar que sabemos de tudo um pouco. Para essas pessoas que se aventuram na difícil tarefa de escrever, eu peço que tenham muito cuidado, para não persistirem no erro de escrever bobagens. As vezes achamos que somo excelentes, capazes de criticar e estremecer as estruturas de fundações sólidas. Para vocês paladinos da moral, e jovens lideres amantes da política correta; cuidado. Podemos esbarrar a qualquer momento em paredes mais sólidas, que algum dia, na sua vã e barata filosofia, você pensou encontrar. Aliar os interesses pessoais, discursos dissonantes e alguns gritos de ordem, podem ser politicamente correto para uns poucos, mas para a grande maioria, não passa de demagogia e não duram mais do que trinta e poucos segundos.
Mas quem tem telhado de vidro, precisa ter cuidado. Como o meu telhado já foi destruído algumas vezes, continuo escrevendo e mostrando toda a minha vontade de ser verdadeiro e critico, sem precisar ser mais um babaca político e correto.
Escrito por Cesar Marques às 20h54
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Tons
Violência, policia na rua.
Sirenes, asfalto e gritos na escuridão.
Promessas, dividas não cumpridas.
Crianças nas ruas.
Cola na lata
Chefes engravatados
Vidros fechados.
Música urbana,
Poetas sem versos,
Pintores sem cores
Apaixonados sem amores.
Tons desafinados,
Violões emprestados,
Versos sem cores,
Pintores sem amores.
A brisa é vento,
Invento as palavras,
Transforme em canção,
Abra o coração.
As crianças continuam nas ruas,
As lata com cola,
Os doutores sem amores
A violência passou,
O sinal abriu
A dor sumiu.
È hora de dormir...
Escrito por Cesar Marques às 20h48
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